sexta-feira, 7 de abril de 2017

ONU Mulheres abre inscrições para mapeamento de iniciativas para igualdade de gênero no Brasil

Participantes de ato unificado pelo fim da violência contra a mulher, realizado em São Paulo.


A ONU Mulheres e parceiros lançaram na sexta-feira (31) a Plataforma UNA, destinada a mapear o ecossistema de iniciativas para a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres no Brasil.

A plataforma, lançada em parceria com as organizações Womanity Foundation e a BrazilFoundation, em parceria com o Instituto C&A, tem como objetivo reunir, de forma unificada e de fácil acesso online, informações relevantes e estratégicas sobre iniciativas que fomentam a igualdade de gênero, o que permitirá traçar o perfil de cada organização, bem como identificar as conexões entre elas.

A Plataforma UNA servirá como fonte de informação e ferramenta de suporte para buscar apoio e acelerar a conquista de resultados.

O período de inscrição está aberto até 10 de abril. É necessário preencher o questionário disponível no site http://www.u1na.org. A inscrição é altamente recomendada para que o maior número possível de organizações e iniciativas no Brasil sejam refletidas no mapeamento.

Após o cadastro, será feita uma análise das conexões, que indicará possíveis cruzamentos em termos de atuação geográfica, principais temas trabalhados, subtemas, entre outros itens.

Numa etapa posterior, pretende-se aprofundar as análises, por meio de estudo de casos e encontros entre organizações. A equipe responsável pelo trabalho é formada pelas organizações Blossom, Ibeac e ponteAponte, com WomenWhoCode na execução da programação.

Poderão ser cadastradas na plataforma iniciativas e organizações que trabalham a temática de igualdade de gênero e empoderamento das mulheres de maneira declarada em sua missão, eixos temáticos e/ou estratégias. Veja lista abaixo:
  • Organizações da área social especializadas/com projetos no tema mulher;
  • Organizações multilaterais (BID, Banco Mundial, Sistema ONU etc.);
  • Movimentos sociais;
  • Redes sociais;
  • Coletivos;
  • Secretarias e órgãos de governo (federal, estadual e municipal);
  • Thinktanks que focam ou tangenciam a temática;
  • Departamentos ligados aos Poderes Legislativo e ao Judiciário;
  • Departamentos de relações internacionais de outros países no Brasil (embaixadas, câmaras de comércio bilaterais etc.) desde que desenvolva ação em território brasileiro com independência;
  • Organizações do Sistema S;
  • Associações, fundações e conselhos setoriais (CNI, Fiesp etc.);
  • Sindicatos;
  • Organizações de fomento à pesquisa (CNPq, Fapesp etc.);
  • Academia;
  • Imprensa e órgãos de comunicação focados na temática;
  • Redes de fomento relacionadas ao tema (exemplo: Mulheres do Brasil e Rede de Mulheres Líderes pela Sustentabilidade);
  • Empresas com ações e projetos focados no público-alvo principal feminino ou investimentos nessa temática (micro, pequeno, médio a grande portes);
  • Institutos e fundações empresariais (responsabilidade social e investimento social privado);
  • Organizações que fomentam o empreendedorismo feminino;
  • Bancos e fundos de investimento;
  • Grupos de mulheres;
  • Consultorias e empresas de pesquisa.

Fonte: Portal da ONU

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